domingo, 2 de outubro de 2011

Vamos semear?

O sorriso, que tal?
São tantas notícias tristes: guerra, mortes, doenças, catástrofes, etc.
Que tal distribuir sorrisos e haver um contágio mundial?
Comece a sorrir....

BOM DIA, AMIGOS!

Desejo-lhes sabedoria para viver intensamente este domingo.
Alegrias e boas risadas!
Um beijo!

Elisabete Bastos

sábado, 1 de outubro de 2011

Você tem medo de mulher independente?

É!
Tem!
Não!
Escuto muito, que os homens não gostam de mulheres independentes: trabalham, estudam e priorizam seus interesses particulares.
Então, vocês desejam mulheres submissas? Muito bem, reflitam: vocês querem mulheres que concordem e simulem sentimentos? Eu te amo, meu marido, namorado, noivo? Concordo em não sair.... É isto mesmo?
Então, vocês querem fantoches e não seres humanos com vontades, discordâncias, enfim: um ser inteligente.
As mulheres não querem enfrentá-los ou ultrapassá-los, mas apenas ficarem ao seu lado...
Será que vocês aceitam?

O livro.

Quando comprei o livro não imaginava a sua complexidade.
Era um relato de uma vítima de sequestro e sua vida em cativeiro.
Passei a vivenciar a cada página o sofrimento e a alegria da vítima.
Portanto, o choro era constante e, alguns momentos, de alegria.
Não conseguia parar de ler. Era uma voraz leitora.
A última página e dou o soluço final.
Fiz uma viagem de dor e esperançaem terras longínquas, sem sair do meu quarto.
A leitura alimenta a alma e enriquece o ser humano.
Viva o livro!

Quero estar linda...

Quero usar o vestido mais lindo.
Irei usar os meus brincos de ouro branco.
A bolsa e os sapatos serão de grife.
Estarei maquiada e o cabelo impecável.
Estou pronta:  olho-me no espelho para constatar o resultado final, que revela uma bela mulher.
O mais engraçado que, na festa, as pessoas comentavam a beleza do meu olhar.
Pensando, depois das festa, que a indumentária, o cabelo irretocável e a maquiagem, não foram fundamentais para marcar a minha presença, eu somente sorri.
Na verdade, aprendi uma grande lição: a felicidade transforma uma simples mulher em princesa!

A luz

Acabou a escuridão!
A luz iluminou todos e tudo.
Olhe, os campos estão lindos!
Quem plantou o roseiral?
Não sei?
Mas, sei que o sol chegou....

A dona da floricultura...

São dez horas da manhã e Paty está no caixa da floricultura, que fica na  Zona Sul do Rio de Janeiro.
A flloricultura é uma firma que foi inaugurada pelos seus avós de origem alemã.
Paty é uma mulher mignon, loira, de cinquenta e seis anos. Mas, aparenta ter no máximo uns trinta anos...
Ela sempre diz que o tempo é o seu amigo e que as flores transformaram-lhe uma pessoa sempre jovial.
Seus pais estão aposentados há três anos da loja e foi uma decisão conjunta, porque a vida de comerciante é muito árdua e ela queria que seus pais pudessem aproveitar mais a vida.
Ela é ágil e acorda sempre às quatro horas da manhã e se dirige a um distribuidor no subúrbio para comprar as flores que, logo, serão compradas pelos seus clientes cativos.
Ela cuida com muito amor da loja, alíás, a sua infância e adolescência ficava grande parte do tempo na loja com seus pais.
Cursou a Faculdade de Biologia e é poliglota.
Não casou. O motivo?
Ela teve um relacionamento "espúrio" com o homem casado.
Era assim, que ela sentia o relacionamento, mas o amor fez com que mantivesse a esperança que tal homem a escolhesse...
Até que um dia, percebeu que o homem não a merecia e acabou o relacionamento.
Não pense que foi fácil!
Ela sofreu muito e sua terapia foi cuidar da loja com mais intensidade.
A loja abria todos os dias da semana.
Era muito cansativo a sua jornada de trabalho.
Ela decidiu que a vida, apenas, deu-lhe uma oportunidade de amar e, portanto, acabara o seu sonho de casar e ter filhos.
Um dia, apareceu na loja um homem de cabelos grisalhos, elegante e de belo sorriso, que lhe encomendou flores para uma mulher.
Paty pensou: - sorte a mulher que receberá as flores enviadas por este homem.
Paty, ficou desconcertada, era a primeira vez que atentava para um homem, após seu rompimento amoroso, há dez anos.
O homem era americano, trabalhava numa multinacional no Brasil, há quase dois anos, e seu nome era John,  divorciado e tinha um casal de filhos que moravam com ele.
Na verdade, as flores era para sua filha Cindy, que aniversariaria no dia seguinte, por isto a encomenda das flores.
John era bem simpático e falante. Em pouco tempo, os dois estavam falando em inglês sobre suas vidas.
Gente, eles marcaram um jantar: não é um espanto!
Bem, que sejam felizes!